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maio 22 2013

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Gravação de depoimentos com Narciso Pires e Aluízio Palmar

CONVITE – GRAVAÇÃO

Entrevista com Aluízio Palmar e Narciso Pires

A Comissão da Verdade da OAB-PR, em parceria com o Programa de Mestrado em Direitos Fundamentais e Democracia da UniBrasil e com o apoio do Fórum Paranaense de Resgate da Verdade, Memória e Justiça, CONVIDA: Audiência Pública para ouvida de depoimento a respeito da Ditadura Civil-Militar no Paraná, com a participação de ALUÍZIO PALMAR e de NARCISO PIRES.

Aluízio Ferreira Palmar nasceu em 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou Ciências Sociais na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária, foi preso e banido do país. Dissidente doPCB fluminense, liderou a primeira tentativa de luta armada contra o regime no final dos anos 1960. Foi o organizador do MR-8, o Movimento Revolucionário 8 de Outubro, assim chamado em

Narciso Pires e Aluizio Palmar gravam depoimentos.

Os ex-militantes Narciso Pires e Aluizio Palmar gravam depoimentos sobre a ditadura militar no Paraná.

homenagem a Che Guevara, assassinado nessa data em 1967, na Bolívia. Palmar foi um dos 70 presos políticos trocados pelo embaixador da Suíça, Giovanni Bucher, em janeiro de 1971. Com a anistia voltou ao Brasil e se radicou em Foz do Iguaçu, onde começou suas atividades como jornalista profissional trabalhando no semanário Hoje Foz. Em 1980 criou o semanário Nosso Tempo, conhecido por sua linha editorial rebelde e alternativa. Atuou ainda em outros meios de comunicação do Estado do Paraná e Curitiba e exerceu os cargos de secretário de Comunicação Social e de Meio Ambiente na Prefeitura de Foz do Iguaçu. Atualmente ocupa o cargo de chefe de Gabinete da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu. Onde foi que vocês enterraram nossos mortos? é o seu primeiro livro.

Antonio Narciso Pires de Oliveira militou na luta contra a ditadura militar. Em 1970, integrante da diretoria do DARP – vice-presidente de comunicação – Diretório Acadêmico Rocha Pombo da UFPR, cursando jornalismo, foi para a clandestinidade, tendo sido preso no final deste ano. Na clandestinidade esteve em Ourinhos com nome de Valter Marcelo Faiçal. Em 1975 foi sequestrado, preso e condenado a dois anos de prisão. Em 1978 foi um dos fundadores do Comitê Brasileiro Pela Anistia de Curitiba, sendo eleito o seu presidente. Com a ditadura enfraquecida ainda foi preso mais quatro vezes por poucas horas cada, entre 1981 e 1982. Continuou a sua militância em Direitos Humanos tendo sido coordenador nacional do MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos, a maior rede de ONGs de direitos humanos da América Latina. Umas de suas principais bandeiras de luta hoje é a responsabilização criminal dos torturadores e assassinos do regime militar e a abertura de todos os arquivos da repressão. Atualmente preside o Grupo Tortura Nunca Mais no Paraná.

 Serviço:

data: 23/05/2013

Horário: 14h00
Local: Estúdio de Gravação Radio e TV – UniBrasil – Bloco II – terceiro andar

Coordenação: Daniel Godoy (CV OAB-PR) e Carol Proner (UniBrasil)

Informações:Rafaela Abreu Matos | Mestrado
rafaelamatos@unibrasil.com.br | 41 3361.4200


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